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Entrelinhas de Mulher

Insisto ou deixo a vida me levar?


 

Saudações!

Se tem uma coisa que sempre busquei na vida, foi entender um pouco melhor esta pessoa que vos escreve!
Nesta busca por autoconhecimento já passei pela psicoterapia, regressão, coaching, imersões e muita leitura, de livros e de mim mesma!
E tudo isso para que eu seja uma pessoa melhor, que possa viver em paz com minhas imperfeições e que troque, de vez por todas, os grilos da cabeça por borboletas na alma.
Uma longa caminhada, que me permitiu compreender algumas coisas… E uma delas, eu resolvi compartilhar com você. Porque né? Vai que as minhas percepções possam te ajudar?

Como saber quando insistir e quando “largar mão”?

Uma dúvida que sempre me corroeu foi sobre quando devo insistir em uma situação, plano ou projeto ou quando devo “largar mão”!
De vez em quando, eu lia textos que diziam que devemos insistir! Que o nosso sonho está a um passo da nossa zona de conforto! Que precisamos focar e nos esforçar.
De quando em vez, eu lia mensagens que diziam que devemos confiar no fluxo da vida! Deixar a água correr pro mar! Que o que é nosso dá um jeito de nos encontrar!
Eu me sentia confusa porque ambas as orientações faziam sentido para mim!
E como saber quando devo insistir e quando devo largar mão?

 

Matei a charada

 

Até que um belo dia, numa bela manhã, estávamos eu e minha colega coache Anna Elisa aplicando uma ferramenta chamada “ovo” para um grupo de empreendedoras do Clube de Alice e girei essa chave! Consegui matar a charada!
Meus instintos estavam certos, porque ambos os posicionamentos estão absolutamente corretos, desde que aplicados corretamente!
Tudo o que depender EXCLUSIVAMENTE de mim “entra no bonde” do insistir, focar, arregaçar as mangas, planejar e executar. No melhor do estilo TBDC – tire a bunda da cadeira!
Agora o que depende do outro, do mundo, do universo, ai “vamos no bote” da confiança no fluxo da vida, deixando a água correr para mar!
E entendi que isso se aplica a mim e também  aqueles que me cercam!

Senti uma paz imensa ao perceber que não tenho responsabilidade pelas escolhas (e pelas não escolhas) dos outros. Posso ajudá-los mas não posso escolher por eles. Não posso decidir por eles! Não posso fazer por eles!

Percebi que a vida é um imenso jardim! Eu, jardineira, preparo o meu pedaço de terra, jogo as sementes, adubo, cuido das ervas daninhas e fico torcendo para que o sol e a chuva venham na medida certa! Faço a minha parte com amor e zelo,  torcendo para que a vida, faça a parte dela! E assim, com muita fé e esperança, fico aguardando que o perfume das flores inunde meu coração!

Fonte: Visual Hunt

Espero que minhas percepções tenham te ajudado de alguma maneira! E no mais, Jardineira amiga, desejo que nossa colheita seja farta, cheirosa e colorida!

Sigo contigo no amor,

Dani

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